
R$ 18 mil espalhados em dois cartões e um empréstimo, pagando um pouco em cada um sem ver o total cair.
Em 4 meses seguindo a ordem por juro, quitaram o primeiro cartão inteiro e redirecionaram a parcela pro empréstimo.

Quando o casal ataca as dívidas pela ordem que os próprios números mandam, cada parcela quitada acelera a próxima, e o buraco passa a ter data marcada pra acabar.

Domingo de manhã. Você abre o aplicativo do banco com a outra pessoa do seu lado, o café na mesa, e vem o aperto no peito: três faturas vermelhas, um empréstimo que não para de pingar, uma conta vencida na semana passada. Vocês dois trabalham, vocês dois ganham, e ainda assim o domingo começa com a pergunta que ninguém quer fazer em voz alta: pra onde foi o dinheiro de novo.
A resposta não é que vocês gastam demais. Vocês pagam todo mês, mas pagam espalhado, um pouco em cada dívida, na ordem do susto. Enquanto o dinheiro vai distribuído assim, a dívida de juro mais alto continua intacta, comendo o saldo de vocês por baixo. Vocês remam, e o barco anda pra trás. Não por falta de esforço, por falta de ordem.
O inimigo nunca foi a falta de disciplina de vocês. É a ordem do susto, esse hábito de pagar a dívida que grita mais alto em vez da que custa mais caro. Enquanto for o susto decidindo, o buraco não fecha.

R$ 18 mil espalhados em dois cartões e um empréstimo, pagando um pouco em cada um sem ver o total cair.
Em 4 meses seguindo a ordem por juro, quitaram o primeiro cartão inteiro e redirecionaram a parcela pro empréstimo.

Toda conversa sobre dinheiro virava briga. Cinco dívidas espalhadas em três lugares diferentes.
Sentaram juntos, colocaram tudo numa tela só e em 6 semanas zeraram a menor dívida — voltaram a conversar sem discussão.

Gerente negou o financiamento da casa por causa de três pendências no nome dele.
Em 7 meses limparam as três pendências na ordem certa e voltaram ao banco com o nome limpo, financiamento aprovado.
Você não precisa de mais força de vontade nem de ganhar mais. Precisa parar de pagar na ordem do susto e começar a pagar na ordem que os seus próprios números mandam.
Pega dois casais com R$ 20 mil de dívida e R$ 800 de sobra. Um sai do vermelho em 2 anos. O outro leva 4 e paga quase o dobro em juros. A diferença não é renda, não é disciplina — é a ordem em que cada um atacou.

Vocês jogam cartão, empréstimo, financiamento e conta atrasada na planilha — saldo, juro e parcela de cada uma — e enxergam o tamanho real do buraco pela primeira vez.

Avalanche (ataca o juro mais alto, mais barato) e Bola de Neve (ataca o menor saldo, vitória rápida). A planilha calcula tempo e juros de cada um com os números de vocês.

Quando a primeira dívida quita, a parcela não some do orçamento — é redirecionada pra próxima. A segunda quita mais rápido, a terceira ainda mais. O ritmo acelera sozinho.

Cada dívida ganha uma data marcada de quitação. O domingo deixa de ser sobre o susto e passa a ser sobre quanto falta. A viagem volta pra conversa.
Ela pega o dinheiro que vocês já pagam hoje e reorganiza a ordem pra que cada real abata o máximo de juro possível. Antes, vocês pagavam no escuro, mantendo o juro alto vivo por anos. Agora vocês veem, antes de mover um real, qual caminho zera as dívidas mais rápido e quanto cada mês de atraso custa.
Quatro entregas principais e três bônus pra segurar o casal justamente na semana em que a maioria desiste.
Seis peças que cobrem da matemática da quitação até a conversa do casal na cozinha.
Cartão, empréstimo e conta atrasada juntos, com saldo, juro e parcela de cada um.
Avalanche calcula o caminho mais barato. Cada real abate o máximo de juro possível.
Parcela quitada vira munição. O ritmo acelera sozinho no meio do caminho.
Onde colocar cada número e como achar o juro real de cada dívida, sem travar.
Mural pra colar na geladeira. Progresso visível todo dia ao pegar o café.
Roteiro do encontro do dinheiro pra trocar a discussão por decisão conjunta.

Vocês entram, baixam a planilha, jogam as dívidas de verdade lá dentro e veem os dois caminhos calculados com os números de vocês. Se em qualquer momento dentro dos 7 primeiros dias acharem que não é pra vocês, devolvemos 100% do valor pago. Sem pergunta, sem formulário, sem precisar justificar. O risco de testar é zero, e fica todo do nosso lado.
A conta é simples: o pacote inteiro custa menos do que vocês perdem de juro em um único mês pagando na ordem errada.
Montar você até consegue. O que dá trabalho é fazer ela calcular os dois caminhos de quitação com os juros reais de cada dívida, comparar tempo e custo dos dois e redirecionar as parcelas no Efeito Cascata. Isso leva horas de fórmula. Por R$ 67, vocês pulam essa parte e começam a usar hoje.
Porque das outras vezes faltava ordem e faltava vitória rápida. A planilha mostra exatamente qual dívida atacar primeiro, e o Plano dos Primeiros 30 Dias e o Termômetro da Dívida foram feitos pra segurar vocês na segunda e terceira semana, que é onde a maioria desiste.
Dá. O preenchimento inicial leva cerca de uma hora, uma vez só. Depois, é atualizar os números quando uma dívida é paga, o que toma poucos minutos por mês. A planilha trabalha, não vocês.
São R$ 67 à vista ou 9× de R$ 8,80, menos que uma pizza parcelada. E na maioria dos casos, a ordem certa economiza em juros, em um único mês, mais do que o preço da planilha inteira.
Vocês têm 7 dias de garantia incondicional. Baixam, colocam as dívidas reais, veem os dois caminhos calculados, e se acharem que não serve, devolvemos 100% sem perguntar nada.
Vídeo grátis explica o conceito, mas não calcula com os seus números nem te diz qual dívida atacar primeiro no seu caso. App de finanças mostra pra onde o dinheiro foi, mas não monta a ordem de quitação nem o Efeito Cascata. Essa planilha faz a conta que os dois não fazem.
Funciona. A planilha organiza qualquer dívida com saldo, juro e parcela, incluindo as atrasadas. Saber a ordem certa de quitar é o primeiro passo pra limpar o nome.
R$ 67 à vista ou 9× de R$ 8,80. Garantia incondicional de 7 dias. O risco é todo nosso.